Ruiz evoca, irônica e provocatoriamente, o conceito de “realismo socialista” como título para uma sátira política e social que observa e questiona criticamente o percurso da União Popular de Salvador Allende. Num misto de documentário e ficção, a inesperada amizade entre um operário e um membro partidário termina “em cenas de muita ação, com tiros e canções intempestivas, que fazem uma leitura satírica da época” (Ruiz). Um projeto ambicioso de uma obra que teria mais de quatro horas, iniciado por Ruiz e interrompido pelo golpe de estado de Pinochet em 1973. Em 2023, estreava finalmente a versão final de "El Realismo Socialista", concluída em colaboração com Valeria Sarmiento, viúva e colaboradora habitual do realizador.
Um homem de olhos claros que, graças ao seu melhor amigo, é contador em um complexo de tênis, se rebela contra o universo e contra si mesmo e se torna contador em uma floricultura
Após a principal estrela de seu mais novo trabalho desistir do projeto, o produtor Viktor Taransky (Al Pacino) entra em desespero. Sem ter como deixar tudo a perder, Taransky decide criar secretamente Simone, uma atriz digital criada especialmente para o trabalho, substituindo uma de carne e osso. Mas o que Taransky não esperava era que Simone iria se tornar um sucesso mundial, sendo que todos desejam conhecê-la pessoalmente.